Batem à porta…não importa
Tudo é como se eu estivesse morta.
Nem o soar do telefone, nem os olhos insones, me despertam
Se o dia é claro e quante, raro o noto, sinto-me meio doente.
Há amores pelas praças, pelas ruas, pela vida??
Não o sei e nem o sabem minhas feridas.
As horas passam infalivelmente e aquele que o desmente, mente.
Depois de Natais e Carnavais, ninguém será o mesmo não mais.
Ademais não o poderíamos…então se torna mais difícil chorar
E tudo fica suspenso no ar, por cima de nossas cabeças.
