Poemas

Inerte

1 de janeiro de 2025 · admin

Batem à porta…não importa

Tudo é como se eu estivesse morta.

Nem o soar do telefone, nem os olhos insones, me despertam

Se o dia é claro e quante, raro o noto, sinto-me meio doente.

Há amores pelas praças, pelas ruas, pela vida??

Não o sei e nem o sabem minhas feridas.

As horas passam infalivelmente e aquele que o desmente, mente.

Depois de Natais e Carnavais, ninguém será o mesmo não mais.

Ademais não o poderíamos…então se torna mais difícil chorar

E tudo fica suspenso no ar, por cima de nossas cabeças.

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